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Sistema de Rádio Digital Brasileiro

O modelo de sistema digital de rádio que sonhei!

Dado o nevoeiro no caminho do HDRADIO que o ministro admitiu existir, me atrevo a ter idéias de um sistema de rádio digital para o Brasil.


Vamos primeiros atacar os mitos!

PREMISSA : Operação na mesma freqüência (IBOC)

A primeira correção que eu faria seria na diretriz fundamental em que a emissora opere no modo digital na mesma freqüência do modo analógico.

Motivo desta diretriz: manter a identidade e audiência da emissora

Observação: não existe fundamentalmente a operação na mesma freqüência da transmissão digital e analógica, o que existe é uma operação nas freqüências laterais bem próximas da freqüência analógica em operação (o IBOC seria uma “ilusão de ótica” de uso de mesma freqüência ), e muitas em emissoras principalmente AM´s exitem problemas relativos a interferência de sua própria emissão digital sobre a analógica e destruição de emissões adjacentes de outras emissoras, de maneira que a geradora acaba sendo orientada a diminuir a potência da emissão digital )..putz emissão ,emissão .....emissão

O que tenho em mente é um misto do que vi em uso no mundo, algo do modelo japonês ,pouco do DAB também e até outras experiências menos conhecidas e sem lobby de divulgação.

PROPOSTA SUBSTITUTA: Duplo Canal (para a coisa ser vendável no mundo eu teria que batizar isso de DOUBLE CHANNEL)

Entendo que é fundamental a manutenção de operação na mesma freqüência, mas penso que só no modo analógico. Como solução todas as emissoras ganhariam automaticamente uma outra freqüência em outra banda ,provavelmente a única faixa disponível seja algumas dezenas canais em UFH ,canais de TV (ocupantes eventuais) seriam re-locados para cima ou para baixo , tal faixa teria destino exclusivo para a transmissão digital com características de potência equivalente ao modo analógico ( ou seja sem a redução de potência necessária hoje para o modo digital conviver vizinho ao modo analógico durante o período híbrido)

Observação: A emissora teria a possibilidade de ter programações diferentes entre os canais digitais e o analógicos (Multicast que também era louvado pelo ministro) , não seria permitido que a emissora operasse em modo analógico na zona destinada ao modo digital, imagino que o público inicial seria o de maior poder aquisitivo então existiria a necessidade de uma programação diferenciada para a criação da audiência primaria no sistema.

Possíveis questões:

1-Não seria mais caro ter dois transmissores para o modo DOUBLE CHANNEL?

R- A dificuldade de estabilidade técnica de convivência entre a freqüências geminadas do IBOC serão um custo contínuo (técnicos especializados /equipamentos fabricados unicamente por montadoras licenciadas pela IBiquity , ou seja, isto tornaria tudo mais caro) a IBiquity cobra também Royaties para quem usa o sistema (Radiodifusores) por toda vida útil de operação (nos moldes da assinatura da antiga Directv)

2-Mas os ouvintes terão dificuldades em sintonizar a freqüências do modo digital?

R- O IBOC não soluciona isso, porque para se ouvir a transmissão digital, obrigatoriamente o ouvinte terá que comprar um equipamento novo e compatível com IBOC (a dificuldade é comprar o equipamento, que em tempos atuais tem valor inicial de U$ 100 americanos ), com o DOUBLE CHANNEL , os equipamentos novos (com a entrada de qualquer sistema digital a compra é inevitável para entrar na "onda") pelo menos as emissoras terão a localização em modo canal na banda digital (EX: canal 01 = Universitária ; canal 02= desocupado; canal 03= 89FM( a marca) ; canal 04= Rádio Cidade ....) , além do ouvinte poder usar a banda analógica que também estaria presente no equipamento novo de recepção para ouvir as emissoras que ainda não possuem o segundo canal em uso ou por nostalgias de ouvir uma estaticazinha vez por outra (ou seja, seria um equipamento com uma faixa freqüências a mais, assim como AM, FM, SW1, SW2....D1 (digital um) e assim por diante.

Tudo hoje é memória, talvez você nem busque freqüências, você simplesmente sabe que a rádio tal é na memória número 2 , a fulando é na memoria 5 e assim já é nos dias de hoje! Principalmente nos “auto-rádios”.

3-Prefiro não precisar mudar de faixa!

R-Talvez isso não seja grande vantagem, pois por funcionar em freqüências (a emissão digital e analógica) vizinhas na transmissão no IBOC, o sinal digital tem que ser muito mais fraco para não interferir no sinal analógico da própria emissora, e um dos efeitos disso é que em certos locais o sinal digital é tão fraco que fica alternando com o sinal analógico , além da constante variação de qualidade o sinal digital sempre fica 7 segundos atrasado (inerente da codificação e decodificação digital), ouvir esse troca-troca é como entrar numa máquina do tempo maluca e chata.

Mudar de faixa nem é tão difícil assim, você faz isso quando quer ouvir uma AM e depois busca uma FM.

4-Em faixas diferentes o sinal digital poderá usar mais potência?

R-Bingo, é isso aí, por não comprometer com interferências o sinal próprio...Então FULL POWER neles.

4-Duas faixas para a mesma emissora (digital + analógica) não isso não é um desperdício?

R- Dezenas de Canais UHF apenas com ruído rosa ( fora do ar) é que é!

5-Manutenção ?

R- Ter a transmissão em IBOC apresenta o seguinte agravante, caso seja necessário solucionar um problema na transmissão digital existe o risco de causar um outro problema na transmissão analógica e o contrário também. Além de problemas que ficarão difíceis de diagnosticar , com dois transmissores (anal + digital) o controle da situação é melhor.

Estamos em pleno processo de aprendizagem no quesito digitalização de rádio e tv, nos Estados Unidos após 5 anos da adoção do HDRADIO (sistema hibrído desenvolvido pela IBiquity) o que temos por lá são 10% emissoras com transmissão em HDRADIO e 0,5% dos ouvintes usufruindo de seus receptores de HDRADIO, e pelo estágio de desenvolvimento em que a pátria mãe do sistema anda, a atenção sobre a sua adoção no Brasil vai ser repensada (adoção que era até pouco tempo atrás dada como certa)

Não sou especialista no assunto (muito longe disso) ,mas sinto que o melhor é um sistema simples e sem misturas de sinais, o consumidor se adapta e vai absolver tudo depressa , essa preocupação de manter a mesma freqüência sumiria com a manutenção da operação analógica pelo tempo que fosse necessário a transição , e após adotada pela grande maioria da população, seria natural a preferência pela sintonia digital sem a necessidades de grandes aulões de como se sintonizar sua rádio digital preferida (isso é duvidar da inteligência humana) , mais uma vez lembro que tudo hoje é na base da memorização de canais, (quem sabe o controle de voz funcione legal para buscar sua RÁDIO DIGITAL! FAVORITA EIN), o índice de digitalização em países desenvolvidos é baixo, quando muito atinge os 5% de ouvintes, caso o Brasil consiga atingir 10% em 5 anos por exemplo, o sistema brasileiro seria adotado apressadamente em várias partes do mundo!


Urgente: Mudança de rumos sobre o rádio digital no Brasil

Urgente fato relevante para todas as emissoras do país : Hélio Costa abandona projeto de rádio digital

Transcrição de matéria do jornalista Ethevaldo Siqueira - O Estado de S.Paulo

(Ínicio da transcrição) A mudança de posição foi radical. Depois de ter defendido abertamente durante quase três anos e meio o padrão de rádio digital norte-americano (Iboc ou HD), apresentando-o como o único aceitável para o Brasil, o ministro das Comunicações, Hélio Costa, acaba de retirar seu apoio àquela tecnologia, também preferida pela Associação Brasileira de Emissoras de Rádio e Televisão (Abert).

O ministro reconhece agora o que todos os técnicos independentes vinham afirmando desde 2006: em todo o mundo, a tecnologia de rádio digital ainda tem muitos problemas que não permitem sua adoção no Brasil.

O recuo de Hélio Costa, embora tardio, é um fato positivo, pois seria muito pior se o País adotasse o padrão Iboc. O maior prejuízo ficaria com as 5 mil emissoras de rádio brasileiras, que seriam levadas a investir numa tecnologia que aindafunciona precariamente.

O que mais estranhou os observadores nesse episódio foi a posição da Abert, ao defender apaixonadamente o padrão norte-americano, mesmo diante da comprovação de seus problemas.

MARCHA A RÉ

Hélio Costa anunciou sua nova posição no domingo passado, em artigo no jornal O Estado de Minas (leia-o no site Caros Ouvintes), em resposta à jornalista e professora Nair Prata, que havia cobrado do ministro, no início de dezembro, o cumprimento de suas promessas quanto ao rádio digital.

Entre as diversas opiniões citadas no artigo de Hélio Costa, uma das mais convincentes foi a de Sarah McBride, editora de tecnologia do Wall Street Journal.

Na realidade, o jornal norte-americano apenas confirmou a conclusão já conhecida havia muito tempo: depois de quase 5 anos de introdução nos Estados Unidos, a nova tecnologia digital não conta hoje sequer com 10% da adesão das emissoras.

Para se ter idéia da baixa penetração do rádio digital nos Estados Unidos, basta lembrar que, do lado dos ouvintes, mesmo com preços subsidiados, apenas 0,15% da população norte-americana adquiriu seu receptor digital.

PROBLEMAS

Uma das características do padrão conhecido pelo nome de In Band on Channel (Iboc) ou HD Radio, criado pela empresa Ibiquity, é utilizar o mesmo canal de freqüência para transmitir um único programa, simultaneamente, tanto no modo analógico quanto no digital. A idéia é excelente, mas, até agora, o sistema não tem funcionado de forma satisfatória.

Nas transmissões em AM e FM, o padrão Iboc apresenta, entre outros, o problema do atraso (delay) de 8 segundos do sinal digital, em relação ao analógico. Como o alcance do sinal digital é menor do que o analógico, nos limites de sua propagação, a sintonia oscila entre um e outro, com grande desconforto para o ouvinte.

Embora pareça ser a grande saída, a idéia de usar o mesmo canal para transmissões analógicas e digitais, adotada pela empresa Ibiquity, não tem tido sucesso na prática. O fato indiscutível é que essa tecnologia ainda não está madura e apresenta diversos problemas sérios, como a impossibilidade de se utilizarem receptores portáteis - pois o consumo de energia é tão elevado que as baterias se descarregam em poucas horas.

Na Europa, outras tecnologias têm sido propostas em faixas de freqüências exclusivas para o rádio digital, o que, no entanto, obrigaria à troca de todos os receptores. Conclusão: ainda temos que esperar que o mundo desenvolva uma solução melhor para a digitalização do rádio.

ANÚNCIOS PRECOCES

O ministro Hélio Costa, desde que tomou posse no Ministério das Comunicações, em julho de 2005, tem anunciado numerosos projetos puramente imaginários que nunca se concretizam ou que se revelam inviáveis.

Na abertura do evento internacional Américas Telecom, em outubro de 2005, em Salvador (Bahia), ele anunciou que o Brasil já vivia "a era do rádio digital" (quando apenas algumas emissoras iniciavam os primeiros testes com o padrão norte-americano HD Radio ou Iboc). Na mesma ocasião, anunciou ao auditório que a Grande São Paulo veria as imagens da Copa do Mundo de 2006 com imagens da TV digital, que só entrou no ar em 2 dezembro de 2007.

Entrevistado no programa Roda Viva, da TV Cultura, em 2005, afirmou categoricamente que o Ministério das Comunicações iria investir não apenas o montante de R$ 600 milhões anuais dos recursos do Fundo de Universalização dos Serviços de Telecomunicações (Fust), bem como o saldo acumulado então superior a R$ 4 bilhões.

Até hoje o Brasil não utilizou praticamente nada do Fust. No ano de 2006, o ministro garantiu que o Japão havia concordado em instalar uma indústria de semicondutores (circuitos microeletrônicos) no Brasil, em contrapartida à escolha do padrão de TV digital nipo-brasileiro. Na verdade, o Japão jamais prometeu essa fábrica. (Fim da transcrição )



Sobre a transcrição que fiz, constato que o rádio digital vai chegar ao Brasil , mas a fórmula ainda será estudada, e adaptada, amanhã mesmo farei uma avaliação pessoal das possíveis saídas, e dos impactos da revira volta.

Band FM: aparentemente mais uma milionária proposta recusada!


Esta é mais uma daquelas negociações que apontam para uma não concretização, então não espere nenhum comunicado oficial se isto aconteceu ou não, os valores oferecidos também não são claros, mas as especulações giram numa proposta de 3 milhões para uma emissora já estabelecida em freqüência modulada.

Movimentos de propostas com valores até maiores há meses atrás ocorreram para algumas emissoras e estas não aceitaram, então era previsível que a recusa fosse a resposta para Band, isto é uma informação de corredores mas a matemática da recusa faz muito sentido já que o grupo procurado não terá muito que reclamar da vida por pelo menos 4 anos.

Teoricamente seria o braço popular em FM do grupo que iria ocupar a freqüência (Band FM), lembrando que este mesmo grupo possui um leque de opções em programação, vale verificar na praça de São Paulo capital as bandeiras que o grupo possui

BandNews 96,9(all news) , Band FM 96,1(popular-eclética) , Nativa 95,3 (popular-sertaneja), Mitsubishi FM 92,5 (emissora “classe A” agregada a marca da montadora em toda a programação) , Rádio SulAmérica Trânsito 92,1(segmentada para o trânsito agregada ao grupo SulAmérica ) e Bandeirantes FM 90,9 (espelho da bandeira AM)

Emissoras com nichos diferentes , cada uma explorando uma fatia diferente do mercado , uma forma bem inteligente de faturar na maior praça para Rádio e Tv do Brasil.

Mas Natal continua uma garota difícil de ser conquistada pelos grupos paulistas (Natal bela por ser diferente!)

Cada um no seu quadrado: Todo mundo que ser “Dance Radio” sábado à noite


Para os que moram na região de Natal, é fácil definir os estilos de cada uma das emissoras componentes de nosso dial, é fácil caracterizar que tipo de bandas, cantores e sons encontram-se em suas freqüências.

Mas aí chega sábado à noite e então acontece algo interessante, eu chamaria de invasão dance , e é sem dúvida a maior reviravolta de público que uma emissora pode pedir, o público semanal dessas Fm´s populares é justamente o que em sua maioria tem aversão as músicas de até 8 minutos com batidas repetidas e samples colados, este som com fórmula “Mantra” tem foco e classes sociais bem diferentes, assim como nível de estudo, é interessante informar que este tipo de alteração radical é quase lei em todo o Brasil

Entendo que o objetivo de uma emissora que se propõe em 180º de inversão de curso musical durante o sábado à noite, talvez tenha como razão apresentar a quem interessar que a emissora não tem preconceitos e/ou tem ampliada faixa de ouvintes indo das camadas A,B..... até a Z.


Por outro lado, tomando por base o que estou ouvindo hoje, o nível alternativo chega a ser um mergulho profundo demais mesmo para os fãs do eletrônico, pois cheguei a ouvir 19 minutos de batida única, com 5 palavras em inglês faladas em tempo somado que duraria 2 destes minutos, este tipo de som tem característica diferente, pois são músicas como “Mantras”, são sons hipnóticos , e que não duvidemos que tal sonoridade tem sim um público apaixonado.

A dúvida

Tribos são muito orgulhosas, será que seus componentes se submeteriam a escutar uma emissora popular no horário alternativo dos sábados? Pode parecer “birra”, mas muita gente por algum motivo não se atreveria a sintonizar, pode ser por causa de orgulho em nunca cravar o tune em populares ou até mesmo declarar que falta espírito “dance” para esta executar o som da tribo, pode sim, por algum destes motivos nunca se cativar o público esperado, vale a pena abandonar mesmo que por algumas horas o fiel público popular? A questão aqui não é se isto é certo ou errado, a questão é se isto foi posto em balança , se os prós e contras do ecletismo radical foram avaliados. De qualquer forma existe um atenuante, pois os riscos à imagem da emissora com identifiação de massa são reduzidos pelo fato de se operar fora da faixa de horário mais comercial para FM´s, afinal é final de semanal e tarde da noite ! e mundo do radio tem direito aos experimentalismos

It´s Saturday night “not live”


Um aperitivo

O pop eletrônico das antigas, sons mais digeríveis como Depeche Mode, Ereasure, Savage , Pet shop Boys e outros, todo esse antigo acervo com músicas nas faixa dos 4 minutos e mais letrados (mesmo que o bom brasileiro não entenda nada) e mais melódicos, teriam mais acesso a população? Tenho certeza que o trânsito seria mais livre aos ouvidos de um público arredio as radicalidades dentro de uma mesma emissora, o ecletismo nunca foi pecado, mas sempre se pede muito tato no seu manuseio!

Para os sábados à noite, duas emissoras populares migram para “deep eletro” são elas a 95FM e Clube FM.

A Tropical FM apenas segue sua direção, já que executa “dance music” inclusive durante a semana, digamos que ela continua dentro dos parâmetros esperados no sábado.

Lanço aqui outra pergunta , é possível uma FM popular fazer melhor um programa dance , do que uma emissora já focada no estilo na batalha dos sábado a noite? Vejo vocês depois!

Aguardo comentários sobre minha pergunta também!

Mossoró: AM´s


As rádios AM´s em Mossoró ainda apresentam-se fortes, talvez pelas necessidades inerentes da região , eu até aponto com possível combustível a forte identificação entre as AM´s e os sertanejos de toda região oeste potiguar , que por vezes distantes dos pólos urbanos querem manter algum vínculo com a musicalidade dos antigos baiões e outras autênticas músicas “sertanejas nordestinas ”, que estão presentes na discografia das emissoras de ondas médias, além do fato que o sertanejo tem paixão pela comunicação longa e demorada , paixão pela amizade criada com a maneira conselheira deste tipo de comunicação que é a mais viável para as rádios AM´s no atual formato analógico. (na foto o comunicador da Libertadora AM: FREI)

A comunicação é sem dúvida a atual forma de complemento que as AM´s fazem como contrapeso as FM´s, que por sua vez trazem a musicalidade contemporânea ao rádio, as AM´s ainda tem a possibilidade de “musicalizar” com os "sons" que as FM´s muitas vezes não se atrevem a executar, com por exemplo os sucessos antigos e eternos de Luiz Gonzaga.

Nas ondas médias a conversa e o debate e o que devem ser explorados, para quem já foi fascinado pelo primeiro sistema de rádio de massa no mundo , o sistema AM , o sertão Potiguar ainda tem essa chama!


Rádio libertadora

No centro da cidade de Mossoró na

(na foto : Ruy Maurício, Noticiarista da Libertadora, heróico na paixão pelo rádio )

Emissoras em ondas médias de Mossoró

Rádio Tapuiu

Rádio Difusora de Mossoró

Rádio Libertadora Mossoroense

Rádio Rural

Espero que o Natal de todos vocês tenha sido excelente , e que 2009 seja realmente o ano de realização dos sonhos!

RNrádio tour: Em Mossoró com Saldanha ( parte 02)



Entendendo um pouco do temperamento e das posições do Sal.

Saldanha diz que tenta por o seu ponto de vista sempre que pode como forma de contribuir para as emissoras em que trabalha, e quando não é ouvido , apenas continua seu trabalho sem criar maiores atritos, mas existem casos que o relacionamento no meio o fez ser franco e direto com diretores e colegas, o que contribuiu muito para a fama de direto e objetivo” , mas apesar de seu temperamento direto , Saldanha afirma que as opiniões mesmo que cruas, que ele por diversas oportunidades teve que expor , não machucaram e nem foram controvertidamente entendidas pelos competentes , mas acha que feriu os que não tinham a visão (pelo menos no momento) de suas observações.


Saldanha já tem em seu currículo despedidas antológicas no rádio, como na vez em que aparentemente prazeroso foi pedir demissão ao proprietário da rádio Cidade e instantes depois teve seu ato copiado por mais uma colega, e isto ainda na fase popular da emissora , pessoalmente Saldanha o considera um talentoso empresário da construção.

Com o convite de trabalhar em Mossoró em 2003, Saldanha novamente foi levado a pedir demissão “and say: I have to go now” mais uma vez... Sal surpreendeu os companheiros e com humor sarcástico, mandou a galera correr atrás de alguém para o seu lugar, que ele estava na estrada , pelo visto esta seria a senha para a sua “Conquista do Oeste


Como havíamos comentado na primeira parte, Saldanha tem opinião sobre praticamente tudo no rádio , e ele considera um equivoco para uma emissora popular a tentativa de emplacar no solo Potiguar o que é popular em outras regiões do país , trata isso como imposição de cultura de massa , o que não funciona, pois as classes componentes do público alvo são tradicionalistas regionais.


Ele que tem gosto próprio pop, fica muito transtornado quando verifica uma emissora popular que fica transitando no estilo pop/jovem principalmente nos horários chaves do rádio que são compreendidos entre a manhã e a tarde , considera que as populares devem ter foco único , é o target mais expressivo , não há necessidades de explorar outros nichos.

Pelo visto numa emissora em que o comando fosse do Sal e esta fosse popular, a emissora seguiria a risca o seu segmento de massa, e nunca tocaria as músicas que o próprio Saldanha “curte” , esta quebra de vínculo é sintomática de visão empresarial necessária no FM, aprender a ler o que funciona no público, mesmo que não funcione em você.

Em certos momentos ele parece torcer para que a inevitável crise, pelo menos sirva para que as emissoras se remexam um pouco, façam trocas, sigam o darwinismo, evoluam ou morram .


-----------------Jogo direto com Saldanha
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Deficiência o rádio potiguar nas palavras de Saldanha: Coordenadores artísticos que realmente saibam levar uma rádio para um lugar de destaque, além dos bons que não podem usar todo seu talento, por determinações internas.

Nome admirados por Saldanha, and Oscar goes to:

Lutadores do rádio de qualidade: Kildare da Fm universitária 103,3 de Mossoró e em Natal temos o Tim Kavasaki da 103 Tropical que é uma enciclopédia do rádio potiguar que saiu de Mossoró pra natal e é jornalista formado

Diretor que você destaca: O diretor seria Ênio Sinedino da 96 e Felinto Filho da 98

Locutores: Eu destaco Bruno Zen como revelação e Jean Fernandes

Emissora com melhor conjunto: A Radio 98 FM

Rádio escola da comunicação: Eu indicaria ouvir as AMs como Globo, CBN e sociedade da Bahia, todas pela manhã

Top 5 Saldanha: Uma das primeiras músicas que a Reis Magos Fm tocou ainda em caráter experimental em 1981, foi Let's Groove da banda Norte americana Eath Wind And Fire ; gosto de Listen to the music da banda The doobie Brothers ; Breaking All the Rules do Peter Frampton; Odara do Caetano Veloso e Natacha do Capital Inicial



Frases do Sal : "Em rádio é tudo pra ontem"!!!! ; "Rádio é feito de detalhes"!!!!


Aqui tivemos uma pitadinha do Sal, espero que o gosto de quero mais tenha ficado, lembro que a série “Em Mossoró” continua, mostraremos uma AM no próximo post!

RNrádio tour: Em Mossoró com Saldanha ( parte 01)


Saindo um pouco do eixo da grande Natal, nesta segunda, dia 22 de Dezembro, fui a Mossoró respirar os ares do oeste potiguar e sentir “in loco” a diferença entre as duas maiores cidades do estado no quesito rádio, e eu não sairia satisfeito senão encontrasse uma lenda viva e polêmica do rádio Potiguar , estou falando dele mesmo : SALDANHA

Chegando na Abolição FM (95,7 Mhz) de Mossoró, Saldanha nos recebeu com imensa alegria, e nos mostrou as dependência da emissora que opera no centro da cidade e envia o sinal via link para uma torre distante 7 quilômetros dali, e um Orbsonic é a caneta para assinatura sonora da Abolição FM, nesta ferramenta comunicativa , Saldanha o nosso primeiro foco de viagem estava disponível para um papo aberto.

Mossoró é uma cidade que se mostra pujante em muitos aspectos, e Saldanha acha que ela exige gente boa na área do "Rádio", sem medo de errar ele diz que para um comunicador de talento é uma cidade de oportunidades , observando as pastas comerciais das emissoras mossoroenses é fácil verificar a presença da voz do “Sal” com uma intensidade respeitável , a cidade possui um Shopping ainda recente mais com um índice de ocupação já bastante avançado, uma moderna universidade particular com imensa área , estes dois empreendimentos estão em uma região totalmente nova da cidade e em início de urbanização, tudo isso é sintomático do que Saldanha falou quando se referiu como “cidade de oportunidades” para os talentos !

Foi claro o sentido de que ele indicava que Mossoró ainda tem sede de mais pessoas qualificadas para o rádio local. Ainda na linha de seu raciocínio, afirmou o que já ouvi de outras pessoas enquanto eu estava lá, e elas diziam sobre as AM´s locais : Em Mossoró as AM´s são veículos muito fortes , tão fortes que podem bater a audiência de nossas FM´s.


Saldanha já se enraizou bem na cidade, propostas para sair de Mossoró vem e vão, mas nenhuma foi realmente tentadora para que ele abandonasse seu atual estilo de vida, a Mossoró adotada por Saldanha já o seduziu , mas ele se diz sempre disposto a ouvir uma boa proposta!


Resumo dos veículos de comunicação mossoroenses : A cidade tem 2 canais de tv locais a tv Mossoró que recebe sinal da rede Genesis de Brasilia e que tem uma audiencia grande em sua programação local. tem o canal 10 da tv cabo que opera com uma qualidade incrível e que temos 4 jornais diários: Gazeta do Oeste, Jornal de Fato, o centenário Jornal "O Mossoroense" e o vespertino correio da tarde que ousou colocar duas redações, uma em Natal e outra em Mossoró.
E destacasse o pessoal de rádio AM como a apresentador J. Regis das manhãs da difusora, os apresentadores, Seu Juvenal do Forró do Juvenal da 95 Fm e Seu Mané da Rádio Rural que tem quase 40 anos no ar fazendo"A hora da qualhada" no horário da tarde.

a cidade conta 3 FM´s :93 Resistencia, 105 Santa Clara,e Abolição 95.
4 AMs :Tapuio(RPC), difusora, rural e libertadora


Um característica bem intensa em Mossoró é uso dos links RF durante toda semana e em vários momentos da programação por AM´s e FM´s , o que gera uma lotação continua nos canais dos links .

Um talento local que pude observar (ouvir ) foi a Locutora “Clara Jordany” que estava comandando a tarde desta segunda na Abolição FM, com voz límpida e cheia de presença com características próprias para uma emissora adulta, Clara mostrou-se muito competente para guiar a programação da eclética Abolição, isto mais uma vez reforça a idéia que bater perna é descobrir talentos.


Voltando ao nosso Saldanha, eu o percebo muito intenso quanto a sua sede de não apenas contribuir como locutor, sua visão crítica e criteriosa o faz sentir que a única maneira de eliminar algumas de suas angústias do rádio, seria em um cargo que o permitisse dirigir a programação e o trabalho dos locutores em uma emissora, de maneira que sua aprimorada leitura do anseio do ouvinte seria testada.

Saldanha pondera sobre o imenso poder do programador musical, como fundamental para levar ao céu ou ao inferno uma emissora, esta leitura é algo que não se usa fórmulas ,alguns atalhos podem ajudar, mas o tato do programador é natural .

Saldanha tem opinião formada sobre praticamente tudo em rádio, acha que muitas críticas que ele fez se fossem levadas a sério poderiam corrigir rotas de percurso de algumas emissoras, e que estas estariam gozando de maior saúde financeira e/ou qualitativa com estas adaptações, sabe que é visto com reservas por alguns do meio, justamente por não ter medo de apontar o que considera certo ou errado em rádio, o Sal é a pimentinha especial do rádio potiguar !

Este post continua (ainda tenho muito mais coisas sobre Saldanha e Mossoró que pretendo publicar ainda nesta terça-feira , aguardo vocês)

Bandas desprezam os ouvintes e só enviam gravações ao vivo (com milhões de alôs ,merchans e qualidade questionável) para as emissoras





Ter uma gravação ao vivo é hoje à maneira mais fácil e barata para uma banda colocar uma música no mercado radiofônico potiguar e no Nordeste de maneira geral, só que grande parte das bandas não capricham em nada por estas gravações e na pressa de plagiar o mais novo sucesso de novela (nacional ou internacional), realizam um “cover” mal feito e cheio de bicos , depois ainda reclamam porque algumas músicas não são executadas nas emissoras, as vezes uma rádio tem que “normalizar” o arquivo musical, fazer cortes e tudo mais que for necessário para tornar este mesmo arquivo digerível para os ouvintes, uma mão de obra que só existe porque as bandas mandam trabalhos inacabados.

Não se entende o motivo de tanta produção "meia boca" , pois bons equipamentos são utilizados para a captação na maioria dos casos. E as bandas que dominam o movimento "gravado ao vivo" estão muito bem (R$ R$ R$ ...), poderiam tranquilamente "arredondar" um pouco mais o material de divulgação que enviam.


Certa vez , um promotor de uma banda do interior da Paraíba , pediu insistentemente para que nossa emissora local realizasse um entrevista com sua banda, bem a emissora não poderia atender este pedido, até para não destruir a credibilidade da grade , se ele conseguiu tal concessão para esse tipo de entrevista em outras emissoras não somos obrigados a seguir uma formatação de improviso com cheiro de amadorismo, de qualquer forma aceitamos de bom grado o material de divulgação sem qualquer restrição, mas na pré-escuta do CD , senti que executar aquele "ao vivo" na base de muito ruído e merchan alimentaria indefinidamente este tipo de processo de gravação, daí tentei explicar ao promotor que gostaria de receber o material de estúdio , ele me informou que não haviam produzido nada , eu reafirmei que a banda deveria ter algo mais elaborado justamente por ser nova , não sei se me fiz entender, mas acho que com este tipo de negativa, com algum tempo teremos mais qualidade no material enviado para a emissora.

Em todas as partes do estado, existem bandas e profissionais que devem ter muitas dificuldades na produção de seu material de divulgação, mas os problemas maiores são os cuidados na hora da produção, ou seja , basicamente cuidados com erros de execução musical e eliminação de certos vícios como os ‘merchans e alôs” que os cantores e cantoras insistem em carimbar nas músicas! coisas que poderiam ser corrigidas ,não trazem mais custos e no final das contas deixariam as músicas "mais despoluídas" !

Capturando a assinatura sonora das rádios: cada uma emissora tem um gostinho diferente



A maneira mais nítida de perceber como o áudio é variável de uma estação para outra é quando estas transmitem o programa “Hora do Brasil”, daí é só ir trocando a freqüência, então se percebe claramente a diversidade de intensidade e nitidez do áudio, estou fazendo este tópico para servir como dica geral para colegas que gostariam de enviar o áudio das emissoras do interior do estado para o blog, recebi algumas gravações do programa de gravação "Censura", mas gostaria de algo ainda mais próximo da realidade , isto porque algumas das gravações eram capturadas diretamente do console da emissora para o computador , ou seja, não era o mesmo áudio que as pessoas recebiam em casa
( por driblar
o processador de áudio e o sistema de emissão em si, que é mais fechado na gama de 50 hz a 15 khz em FM)

Então vou tentar padronizar a maneira de captar:

Aqui listo alguns dos elementos que podem ajudar na aventura :

  • Microsystem /Minisystem/ 3em1 / 4 em 1 ( ou outro bom receptor, geralmente os gigantes são melhores)
  • Cabos montados com plug P2 estéreo numa ponta e noutra ( cerca de R$ 5,00 é o custo para a montagem em uma loja especializada em eletrônica )
  • Um Pc com um programa de captura (o mais comum é Sound Forge)

A maneira de realizar a captação e gravação é bem simples , no receptor se pluga” o cabo (Plug 2) e o outro plug é conectado na entrada de linha do PC (geralmente na parte de trás do computador), sintoniza-se a emissora e se verifica se o áudio já sai nos fones do computador, caso isto não esteja acontecendo verifique o volume do receptor e da mesma maneira verifique o volume do controle de áudio no computador na pista LINE IN.

O programa de captação deverá ser aberto e nele a verificação dos leds vão nos guiar para o ajuste do volume que deve ser travado no receptor e/ou no controlador de volume do pc, espere por cerca de 2 minutos e tente localizar o teto que o volume da emissora atinge nos leds, o ideal é que nunca atinja O dB(neste nível o alerta de CLIP indica distorção) , eu pessoalmente ponho o nível numa margem segura de -2 dB nos picos .

*Lembro que se a emissora que se tenta gravar, trabalha com processador de áudio , esta não vai apresentar distorções , além de ocorrer pouca variação de volume ,

Já as emissoras que não contam com tratamento adequado do áudio (o bendito processador é fundamental aí) naturalmente apresentarão áudio com imensa variação de volume , áudio pálido e distorcido, por mais adequado que seja sua captação.

A partir daí é só começar a gravar com o programa de seu domínio, depois de verificado o material , é selecionar as partes que mais caracterizam a “cara “ da emissora com o estilo, vinhetas e locuções dentro desta coleta ,

O formato para ser salvo preferencialmente é o mp3 de 160kbps , o tempo de 2 minutos é suficiente para ser ter uma noção da emissora em questão. Daí você pode até enviar este arquivo para o email : ricardogurgelrn@hotmail.com

Lembro que mesmo que você esteja dentro da emissora não servirá o som captado direto do console (mesa de som) , o áudio ainda se transforma muito e em várias etapas até chegar nos equipamentos receptores e estes são os que interessam como referência sonora da emissora, então leve um receptor para dentro da emissora e faça da maneira descrita.

Transmissão ao vivo de uma rádio via Internet

A melhor maneira de transmitir via internet o áudio de uma emissora é justamente o captando da forma descrita , ou seja , mesmo que se esteja dentro do estúdio de rádio, a forma correta de lançar o áudio na net é com o conjunto: receptor+cabo+pc com internet

A explicação para se captar o áudio de um receptor e não diretamente do console (mesa de som), é justamente porque o áudio deve passar pelos ajustes de compressão e expansão dos blocos de equipamentos até a antena transmissora ,o que não é possível se este for captado antes de todas as etapas da transmissão, o que naturalmente seria sentido pelos webouvintes com desconforto seriam: picos de volume, distorções e da palidez do som.

No caso de Webrádios , se faz necessário um processador Virtual (SOFT) para domar a dinâmica do som gerado, o que utilizo vez por outra depois da dez da noite quando substituo a Olho D`água (que sai do ar) é o programa de processamento virtual MBL4.

Aguardo vocês e obrigado pela freqüência no blog !

O pop não poupa ninguém : 89 será pop mesmo !!!




E não será Pan, nem Mix, será uma emissora com diretrizes locais mas aberta para os sons mundiais, então fica aí o esclarecimento a 89 FM será pop/jovem e não será afiliada a nenhuma rede de rádios.

Nome, logomarca, público alvo e seu perfil de consumo, perfil dos primeiros programas, que tipo marcas ganham com a entrada de uma emissora pop , que tipo de projeção comercial uma emissora pop possibilitará aos parceiros, essas e outras informações em breve neste blog!

Nomes do rádio Potiguar: Bruno Zen

Bruno Zen é outra revelação vinda da Zona Norte FM, aqui vamos mostrar um caso que tem semelhanças com várias outras trajetórias de comunicadores no Brasil, que utilizaram muito bem as passagens por rádios comunitárias como escola ,levaram a sério a aprendizagem e conseguiram espaço em fortes emissoras comerciais.

Bruno Zen começou sua experiência com locução não exatamente no rádio e para completar a situação, foi chamado por causa de uma fatalidade, explico, Bruno foi convocado para o microfone em um ato da igreja católica da comunidade nas proximidades do conjunto Santa Catarina, ele iria substituir o até então locutor “oficial” que havia morrido por câncer , com a inibição suprimida ele aceitou o papel, e como sabemos rádio é uma extensão amplificada de quem aceita esse tipo de desafio nas ruas, resguardados os formatos de comunicação a locução em rádio é o prêmio maior do comunicador, então as coisas estavam só começando para o cara ZEN.


O pai de Bruno já o estimulava na busca do exercício da comunicação e com a busca se por espaço começou ...A primeira emissora em que ele ingressou foi a antiga comunitária Litoral Fm que operava em 98,5MHz, por ser uma emissora de pequeno tornar-se “locutor de FM”
era algo possível para os verdinhos com potencial ou mesmo para os bem "enbananados jamais desenbananáveis" , (emissora "experimentalista" portas abertas) , é importante um teste real de locução “on air” , uma prova de fogo que determinará a definição pessoal de seguir a carreira na locução ou tentar outra coisa , não só para Bruno mas para todos que passam por rádios comunitárias a experiência é transformadora.

Um capítulo importante: ZN FM

Um up-grade em termos de rádio comunitária é a Zona Norte FM, era uma emissora exemplo para as pequenas como ela, pelo menos até o dia em eu que podia captar seu sinal, ela funcionava com muita qualidade de locução e padrão de áudio, primava em fazer rádio como o rádio merecia ser feito , levado a sério , sem revoluções desconexas e exigindo o crescimento profissional dos locutores, e sem vergonha de buscar qualidade ou sentir culpa (digo isso por sentir que algumas comunitárias agem como se fosse pecado ter qualidade)

Nesta boa escola Bruno tentou ingressar, e como ele confessa não foi fácil, mas conseguiu, justamente por isso merece o crédito a ZNFM, porque todos os postulantes a locução sabiam que para merecer um lugar nela tinham que buscar crescimento, entender porque não eram admitidos, ajustar as falhas, evoluindo e conquistando o direito ao ingresso....e com todos esses percalços e após a devida lapidação muitos ganhavam projeção e reconhecimento que jamais seriam possíveis caso não fossem exigidos na 87,9, mesmo esta sendo apenas uma comunitária , e justamente por não pensar pequeno, era uma emissora que era ainda mais comunitária ainda por promover o crescimento de tantos que por ela passaram, e esses itens dos quais citei funcionaram para “arredondar” um pouco mais o Bruno.

Tempos depois...

Bruno acabou se tornando evangélico e “deixou” por um período o exercício do rádio seguindo em missões pelo Brasil, mas o destino o colocou diversas vezes de novo em AM´s e FM´s , isto porque em meio as suas missões sempre era convidado para ser a voz da equipe nas emissoras em que a igreja participava, com isso participou de programas de rádios do interior do Rio de Janeiro , São Paulo e também na capital pernambucana

De volta a Natal (todo locutor tem essa passagem pródiga , porque ein?)

Bruno tem seu período de silêncio após sua chegada, mas é estimulado pelos amigos e pela família a buscar as rádios nataleneses, então com uma ligação telefônica se informou sobre como poderia mostrar seu trabalho e assim o fez , como conseqüência hoje é nome conhecido por demais em Natal como locutor da Rádio 98, ainda no projeto da grupo em que trabalha ele deve aparecer com novidades no primeiro semestre de 2009 , é aguardar para ver mais desta grande revelação do rádio potiguar.

89FM: Jovem ou Classe A, eis a questão!


O ritmo com que as coisas acontecem parece delinear uma definição para os rumos do nascimento da 89 FM Natal, emissora ainda sem nome revelado, mas que já dá muito o que falar, estamos perto de 2009 e com o ano novo as definições demonstrarão o foco da emissora ,se ela vai acompanhar alguma rede ou ter diretriz local, se vai ser Pop Jovem ou Adulta Classe A.

As coisas que parecem se aproximar de uma definição, ainda sem qualquer comunicado oficial , cá vamos nós brincando de previsão, de qualquer forma a atração para o mistério é grande o que já é um chamariz , e me arrisco a “prever” que inevitavelmente o lançamento da emissora vai ter uma amplitude catapultada pelo ar de mistério que acompanha a longa saga “pré-natal” desta FM , uma gestação que criou imensas expectativas em nossa região, de qualquer forma seja muito bem vinda 89 !

Atualização :14/12/08

Fortes indicações de que já foi tudo definido sobre qual vai ser a cara da 89 FM, para dar uma noção vou tentar interpretar a ultra-sonografia que tenho no momento: a gestação avança e estamos começando a identificar perninhas e bracinhos, as imagens ainda não são totalmente claras ,mas pelo formato que vejo aqui é uma emissora .........com 80% de chances de ser :....JOVEM! e 90% chance de não fazer parte de alguma REDE, bem mas é apenas uma ultra-sonografia de início de gestação , a certeza mesmo só nos próximos exames e a carinha da criança só depois do nascimento mesmo. Vou tentar falar com o pai da criança e saber o que ele já pode adiantar ao blog!